segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Adeus, caligrafia



Refletindo um pouco sobre o texto lido, pode-se afirmar que muita coisa vem mudando no nosso dia a dia escolar. Muitas tecnologias vem entrando em nossa vida e, na maioria das vezes, não sabemos utilizá-las de maneira adequada para a nossa prática escolar.
Pesquisas feitas mostram que os adolescente nunca leram e escreveram tanto como nesse período, mas o que nos interessa como educadores é a qualidade do que eles lêem e escrevem. Na área educacional, o interessante é que façam leitura de conteúdos estudados, pesquisas e aquisição de conhecimentos curriculares, não simplesmente bate papo e emails. Na escola, os alunos têm acesso à linguagem culta e sabemos que no dia a dia eles usam a linguagem coloquial, com abreviações e gírias. Não menosprezando nenhum tipo de linguagem, mas deixando bem claro que em cada situação de vida necessitaremos de determinadas linguagens e que a linguagem culta é imprescindível em algumas situações.
            Já com relação à escrita cursiva, será que os professores perdem tanto tempo para ensinar a letra cursiva que não sobra tempo suficiente para tornar o aluno crítico? Será que nós, professores de hoje, e que aprendemos a letra cursiva não conseguimos alcançar os nossos objetivos e sermos cidadãos conscientes por termos aprendido a escrever desta forma? Será que perdemos tanto tempo com isso? Na minha opinião aprender a letra cursiva não é perda de tempo, pois através dela já estamos treinando a nossa coordenação motora fina. Os dentistas, médicos cirurgiões e outras profissões necessitam da coordenação motora fina para exercer sua profissão . Acredito que não podemos chegar ao extremo das situações. Vamos ponderar se realmente os benefícios trazidos com o fim da caligrafia serão tão monstruosos para a humanidade que a mesma é a vilã de todos os nossos problemas.


KARINE  MAY TONN

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