Rio Fortuna, 27 de agosto de 2012.
Escola Municipal Professor José Boeing
Rainilda Roecker Beckhauser
Adeus caligrafia
Nas reuniões pedagógicas da escola o assunto “caligrafia” já foi bastante
discutido e continua sendo. Discute-se o que fazer para que os alunos escrevam
de forma legível? Surge aí a discussão: usar ou não o tão condenado “caderno de
caligrafia”? Sabe-se que exercitar o traçado das letras ajudará o aluno para
que escreva de forma legível.
Discute-se ainda o fato de a caligrafia estar ou não com os dias contados.
O computador vai substituí-la por completo? Há que se pensar se, todos os
alunos, todas as pessoas terão acesso a ele? Argumento, e parece ser consenso
entre os professores de nossa escola, que não se pode abandonar a caligrafia,
pois os alunos precisam escrever de forma legível e que a escrita, através da
caligrafia, não deixará de ser usada. Além disso, há que se considerar a
questão do acesso aos recursos tecnológicos.
Todas estas questões permeiam o
cotidiano escolar e são preocupação do professor de sala de aula que busca
sempre qualificar sua prática pedagógica.
Com certeza, o uso do computador deve ser explorado nas escolas como um
recurso pedagógico a mais, uma ferramenta que está disponível para enriquecer o
trabalho do professor e tornar suas aulas mais prazerosas. O aluno precisa ter
acesso a este recurso, pois ele parte do mundo moderno. Porém acredito que o
uso da caligrafia não pode ser considerado desnecessário.
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